As anfetaminas são drogas estimulantes que prometem energia e aumento da capacidade de atenção e de memória. A Europa é o o maior produtor destes estupefacientes. São procuradas, em Portugal, pelos jovens estudantes como auxiliar de estudo. Cumprem a sua missão, mas por pouco tempo, provocando graves danos no sistema nervoso central.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Anfetaminas
As anfetaminas são drogas estimulantes que prometem energia e aumento da capacidade de atenção e de memória. A Europa é o o maior produtor destes estupefacientes. São procuradas, em Portugal, pelos jovens estudantes como auxiliar de estudo. Cumprem a sua missão, mas por pouco tempo, provocando graves danos no sistema nervoso central.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Anfetaminas e metanfetaminas: diferenças e semelhanças
No mercado de drogas ilegais, as principais representantes do grupo das anfetaminas são a anfetamina e a metanfetamina (e respectivos sais) — duas substâncias sintéticas estreitamente relacionadas entre si e membros da família das fenetilaminas. Ambas as substâncias são estimulantes do sistema nervoso central, partilhando o mesmo mecanismo de acção e tendo efeitos comportamentais, tolerância, efeitos de abstinência e consumo prolongado (crónico) semelhantes. A anfetamina é menos potente do que a metanfetamina, mas em situações não controladas os efeitos são quase indistinguíveis.
Os produtos das anfetaminas e das metanfetaminas são sobretudo constituídos por pós, mas o "ice" (gelo), ou seja o hidrocloreto de metanfetamina, um sal puro e cristalino, também é consumido. Os comprimidos com anfetaminas ou metanfetaminas podem ter logótipos semelhantes aos observados nos comprimidos de MDMA e noutros comprimidos de ecstasy.
Em consequência das forma físicas em que se encontram disponíveis, as anfetaminas e metanfetaminas podem ser ingeridas, aspiradas, inaladas e, o que é menos comum, injectadas. Ao contrário do sal de sulfato de anfetamina, o hidrocloreto de metanfetamina, em especial na sua forma cristalina ("ice), é suficientemente volátil para ser fumado.
Fonte: EMCDDA drug profiles
http://www.emcdda.europa.eu/themes/drug-situation/pt/amphetamines
sexta-feira, 17 de julho de 2009
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Anfetaminas
A história das anfetaminas e das metanfetaminas está intimamente relacionada à história de medicamentos estimulantes naturais. No final do século XIX, um cientista resolveu estudar o chá de Ma Huang, uma planta chinesa, actualmente conhecida como efedra. O chá de efedra era muito empregado na medicina chinesa para tratamento de doenças respiratórias e como tónico estimulante nos estados gripais e doenças debilitantes. Esse cientista descobriu que os efeitos do chá eram produzidos por algumas substâncias químicas presentes na planta.Uma dessas substâncias foi isolada da planta e identificada, recebendo o nome de efedrina. Algum tempo depois, a molécula da efedrina passou a ser fabricada em laboratório, de modo que ninguém mais dependia do cultivo da planta para obter a efedrina. A efedrina foi, portanto, o primeiro estimulante natural que virou droga sintética.
A efedrina possui vários efeitos. A partir desse conhecimento, alguns cientistas resolveram fabricar várias moléculas parecidas com a efedrina para ver que efeitos elas teriam e se poderiam ser de alguma valia no tratamento de doenças. Entre essas primeiras moléculas destacam-se:
Anfetamina – sintetizada pelo químico alemão Lazar Edeleanu, em 1887.
Metilenodioxianfetamina (MDA) – sintetizada por G. Mannish e W. Jacobson, em 1910.
Metilenodioximetanfetamina (MDMA) – sintetizada pela Merck, em 1912, na Alemanha.
Metanfetamina – sintetizada pelo químico japonês, A. Ogata, em 1919Com o avanço dos testes clínicos, muitos dos efeitos desses fármacos passaram a ser conhecidos, sendo semelhantes a alguns efeitos da efedrina, ainda que com intensidade diferente. Durante a Segunda Grande Guerra, os soldados recebiam anfetaminas como estimulantes. O propósito era mantê-los acordados por mais tempo, com menos cansaço, menos sede ou fome, com maior força física e mais agressivos. Essas anfetaminas produzem efeitos mais fortes sobre o sistema nervoso central do que a efedrina.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Anfetaminas e metanfetaminas: diferenças e semelhanças
No mercado de drogas ilegais, os principais representantes do grupo das anfetaminas são a anfetamina e a metanfetamina (e respectivos sais) — duas substâncias sintéticas estreitamente relacionadas entre si e membros da família das fenetilaminas. Ambas as substâncias são estimulantes do sistema nervoso central, partilhando o mesmo mecanismo de acção, efeitos comportamentais, tolerância, efeitos de abstinência e de consumo prolongado (crónicos). A anfetamina é menos potente do que a metanfetamina, mas em situações não controladas os efeitos são quase indistinguíveis.
Os produtos das anfetaminas e das metanfetaminas são sobretudo constituídos por pós, mas o hidrocloreto de metanfetamina, um sal puro e cristalino, também é consumido. Os comprimidos com anfetaminas ou metanfetaminas podem ter logótipos semelhantes aos observados nos comprimidos de MDMA e noutros comprimidos de ecstasy.
Em virtude das forma físicas em que se encontram disponíveis, as anfetaminas e metanfetaminas podem ser ingeridas, aspiradas, inaladas e, o que é menos comum, injectadas. Ao contrário do sal de sulfato de anfetamina, o hidrocloreto de metanfetamina, em especial na sua forma cristalina, é suficientemente volátil para ser fumado.
Fonte: OEDT, Drug profiles.


